É ela.
Acabara de entrar na passarela uma modelo linda que usava um biquíni minúsculo,
na parte de cima os seios voluptuosos semiencobertos pelo cortininha, na parte
de baixo a canga encobria um quadril largo, perfeito e um bumbum deliciosamente
empinado que só uma mulata poderia ter. Desfilou sensualíssima, antes de ir-se
embora, virando-se, arrancou a canga, revelando toda a sensualidade de seu
bumbum que o fio dental mais revelava que encobria.
Desejei-a imediatamente, sem que percebesse meu pau ficou ereto dentro da calça.
- O que achou dela? – era Regina ao meu lado – Hum... não precisa me responder –
passou a mão de leve sobre meu pau sentindo-o latejando de tesão – Então, mudou
de idéia!? Ela tem dezoito aninhos, parece uma gata no cio!
Realmente parecia, mas não respondi nada, mas a verdade é que mudara. O caso era
o seguinte: Regina já me avisara alguns dias antes de que eu teria que fazer um
novo favor a ela, para que nosso trato em relação a Helena permanecesse de pé.
Disse que descobrira que Alberto tinha uma amante, na verdade Regina não estava
com ciúmes dele, estava com medo de ser trocada por ela, pois esta parecia que
ele levava esta a sério, ao contrário de outras, pois a ela dera um colar
caríssimo.
- Por mim ele pode ter quantas amantes quiser! Mas se ele está dando
presentinhos caros para ela pode estar gostando dela de verdade, foi assim que
ele me tratou quando largou de sua primeira mulher para ficar comigo.
- E o que eu tenho com isso!?
- Você vai fazer parte do flagrante que eu vou armar para acabar com o
romancezinho dos dois!
- Eu participar, como!?
- Transando com ela Jean, é o que você faz melhor!
Fiquei sem palavras.
- Mas fica tranqüilo, o flagrante não será ao vivo não, vou filmar vocês dois na
cama depois darei um jeito dele ver a gravação sem saber quem foi que a fez. Eu
darei também um jeito para que você fique irreconhecível na filmagem, a única
que precisa aparecer claramente no filme é aquela cadela...!
Eu disse-lhe que não participaria daquilo, mas Regina ameaçou demitir-me e fazer
de tudo para que Alberto conseguisse o que queria com Helena, minha namorada, a
minha Helena. Contudo quando vi a garota na passarela não pensei em mais nada,
comecei a desejá-la simplesmente porque a achei extremamente gostosa. Precisava
possuí-la o mais rápido possível, cooperaria com o plano de Regina sem
questioná-lo, além do mais, saber que aquela garota deliciosa era amante de
Alberto, meu patrão que eu detestava, aumentou ainda mais e mais meu tesão por
ela.
Havia uma outra mulher conosco, Silvia, amiga de Regina e dona da agência de
modelos pela qual Michelle, a amante de Alberto desfilava.
- Regina acho melhor ficarmos só eu e o Jean, vou apresentá-lo a Michelle antes
de fazer-lhe a proposta, depois enquanto eu converso com ela você sobe com ele
para mostrar-lhe o quarto.
- Claro. Espero que o plano dê certo... – disse Regina
- Dará com certeza, conheço a Michelle, ela é muito ambiciosa. Assim que eu lhe
disser que para ela fechar um contrato de exclusividade com uma grande marca
bastará ir para cama com Jean ela aceitará na hora. – As palavras de Silvia
deixavam-me cada vez mais excitado, porém eu esperava atraí-la sem o suposto
incentivo financeiro.
Regina saiu de perto de nós, os desfiles acabaram, para todos os lados haviam
modelos lindíssimas, elas continuavam desfilando mesmo já tendo descido da
passarela. Silvia chamou uma delas
- Meu anjo, pode por favor pedir para Michelle vir até aqui, preciso falar com
ela já!
- Claro Silvia! – assentiu sorrindo uma linda garota que passava.
Um instante depois ela veio em nossa direção. Seus quadris generosos agora
preenchiam perfeitamente uma calça jeans justíssima, o umbigo a mostra adornado
com um piercing brilhante, os seios voluptuosos flutuando deliciosamente sob a
blusa soltinha.
- Disfarce um pouco toda essa tua excitação Jean...! – disse-me Silvia
maliciosamente.
Ela tinha razão, meu pau projetava-se novamente sob a calça sem que eu notasse.
Pus a mão no bolso ajeitando-o, mas era uma tarefa difícil.
- Queria falar comigo Silvia!? – O sorriso de Michelle era lindo assim como ela,
fiquei ainda mais excitado admirando seus lábios grossos, carnudos, sensuais.
Ela por sua vez pareceu não me notar.
- Sim, tenho uma ótima novidade para você... – os olhos de Michelle brilharam,
mas seus lábios carnudos era tudo que me interessava no momento – Mas antes
quero te apresentar um amigo, Jean esta é Michelle, como você pôde ver uma de
minhas mais lindas modelos.
- Realmente. – foi só o que pude dizer, estava completamente atraído.
- Oi Jean. – seu cumprimento foi um simples aperto de mão.
- Ele também estará aqui mais tarde, no baile
- Que bom. - Michelle foi somente educada, não deu-me atenção alguma.
Em seguida as duas saíram para conversar a sós. Achei que o tal plano falharia,
Michelle sequer me notara, sendo assim
como aceitaria ir para cama comigo em
troca do que quer que fosse? Era algo que eu não poderia imaginar, além do mais
fiquei frustrado, pensava que causar-lhe-ia uma boa impressão, me enganara.
- Venha Jean, vou mostrar-lhe o quarto. – era Regina.
Subimos para o andar de cima. No quarto havia dois espelhos, um na cabeceira da
cama, outro na pare
de, próximo a um pequeno sofá, ao lado deste uma mesinha, e
ao lado dela outro sofá.
- Se ela quiser trepar em você no sofá escolha o de lá, atrás do espelho, na
parede, há uma câmera para enquadrar vocês. Atrás do espelho que está na
cabeceira da cama também há uma câmera, faça ela ficar em uma posição de frente
para o espelho.
Voltamos para o salão, Regina deixou-me com Silvia, que me levou para mudar de
roupa, disse-me que eu precisava usar umas roupas finas para que Michelle
acreditasse que eu era um empresário.
- Experimente esta calça, quero ver como fica.
Tirei a minha jeans na frente de Silvia, como já estava sem camisa e não usava
cueca fiquei totalmente nu, percebi que ela ficou me observando, seus olhos se
enchendo de desejo. Vesti a calça que ela me dera, ficou boa em mim mas mesmo
assim perguntei a Silvia
- Venha até aqui para eu ver....
Ela estava sentada, fui até ela e fiquei de pé parado bem na sua frente
- Ficou ótimo! – disse ela tocando o cós e meu abdômen ao mesmo tempo, comecei a
me excitar. – mas você precisará se controlar, se com a calça jeans tua ereção
ficava evidente com esta de gabardine será um escândalo. – agora ela tocava
minha perna, me provocando. – Acha que vai conseguir se controlar Jean...? – sua
mão acariciava meu pau cada vez mais e mais duro sob a calça.
- Não vou conseguir resistir Silvia. – dei a resposta que ela queria já
extremamente excitado.
- Que bom... – começou a acariciar meu pau com as duas mãos, também estava
excitada, aproximou o rosto do meu pau que se projetava sob a calça – Sabe Jean,
a Regina me contou várias histórias sobre vocês dois...
- Contou!? – resolvi entrar no jogo dela.
- Sim, e fiquei muito excitada ouvindo...
- O que ela te contou?
- Disse-me que você adora sexo oral, é verdade? – acariciava meu pau com as duas
mão, cada vez mais intensamente.
- Sim. – o prazer já começava a tomar conta de mim.
- Jura!? – não respondi e ela não esperou minha resposta, desabotoou a calça,
baixou o zíper fazendo meu pau ereto saltar para fora, a cabeça apontando
diretamente para sua boca, começou a punhetá-lo acariciando minhas bolas. - por
que eu adoraria chupar teu pau Jean... – começou a lamber a cabeça, louca de
desejo.
Acariciei os cabelos de Silvia com certa ternura, não esperava que aquilo
acontecesse, por isso agi assim. Silvia olhou-me sorrindo e em seguida engoliu
meu pau gulosamente me enlouquecendo de prazer. Começou a mover-se para frente e
para trás, eu sentia meu pau tocando o fundo de sua garganta enquanto ela
tentava engoli-lo o máximo possível. Depois de alguns minutos Silvia já saciada
do desejo de chupar meu pau levantou-se e disse-me olhando-me nos olhos:
- Agora em fode Jean! – ergueu a saia curta até a altura do quadril e enlaçou
uma das pernas em mim e continuou – Me fode Jean, me fode! Quero sentir teu pau
dentro da minha xotinha, rasgando ela toda! Me fode! Me fode e me faça gozar
como uma louca!
Passei a mão pelo interior de sua coxa lentamente, aumentando ainda mais o
desejo de Silvia, quando toquei sua xota sob a calcinha encharcada ela suspirou
de prazer.
- Me fode agora Jean! Me faz tua! Me fode gostoso, quero gozar no teu pau como
uma louca!
Como ela estava com pressa apenas afastei a calcinha de sobre sua xota, sem
tirá-la. Silvia sem poder esperar mais agarrou meu pau e o guiou para o interior
já todo melado de sua xotinha, que era deliciosamente apertada. Segurei Silvia
pelas nádegas, fi-la erguer também a outra perna sustentando-a junto a mim
somente com a força de meus braços cujos músculos estavam retesados pelo
prazeroso esforço. Silvia tinha um corpo leve, então podia levantá-la um pouco
mais e em seguida deixá-la descer lentamente, fazendo meu pau penetrá-la cada
vez mais e mais fundo, Silvia suspirava e gemia alto louca de prazer, eu estava
adorando fazê-la sentir-se assim. Sem deixar ela tocar os pés no chão caminhei
com ela até encostá-la na parede, então comecei a arremeter virilmente, senti
suas unhas cravarem-se em minhas costas, sua respiração sôfrega. Quando percebi
que ela estava próxima do orgasmo desencostei-a da parede caminhei novamente com
ela erguida, meu pau inteiro dentro de sua xoxota apertada e encharcada, fi-la
deitar-se sobre uma mesa. Sem jamais cessar a penetração desabotoei sua blusa,
em seguida desabotoei seu soutien que possuía abertura frontal. Seus seios
estavam intumescidos de prazer, os mamilos rijos. Mantive uma das mãos em seu
quadril enquanto que com a outra acariciei sua barriga, provocando-a, com os
dedos fiz espirais ao redor de seu umbigo até tocá-lo no fundo fazendo-a
estremecer de prazer, em seguida acariciei-lhe os seios, comprimindo-os
gentilmente fazendo-a suspirar, Silvia sorriu-me agradecendo pelo prazer que lhe
proporcionava, senti meu pau sendo apertado por ela no interior de sua xotinha,
desta vez fui eu quem sorriu para ela. Puxei seu corpo de encontro ao meu, seus
mamilos roçando nos pelos de meu peito, os seios comprimidos de encontro a
largura de meu peito, este movimento fez meu pau penetrar ainda mais ainda mais
fundo em sua xotinha, por isso Silvia suspirou de prazer e o apertou ainda mais
em seu interior e cravou novamente as unhas em minhas costas.
- Queria gozar Silvia? Queria que eu te fizesse gozar? – murmurei em seu ouvido
- Ahã... – o prazer intenso quase a impediu de articular a resposta afirmativa.
Afastei-me um pouco dela, ela tentou manter-me junto de si, as unhas afundando
ainda mais na minha carne, contudo sua força era insuficiente. Apenas a cabeça
do meu pau manteve-se no interior de sua xotinha.
- Quer gozar no meu pau Silvia!?
- Ahã...
- Então goze, goze gostoso no meu pau Silvia! – Disse isso em seu ouvido e
tornei a penetrá-la virilmente, meu pau latejante rasgando o interior de sua
xotinha apertadinha e melada.
Silvia gemeu alto, soltou um grito de prazer, meu pau inteiro dentro de sua xota
e ela gozando nele louca de prazer, suas unhas ainda cravadas em minhas costas,
as coxas enlaçadas em mim, o corpo todo estremecendo com os espasmos do orgasmo.
A respiração ofegante seguiu-se ao paroxismo de seu prazer, Silvia foi
lentamente afastando-se de mim até deitar-se sobre a mesa, totalmente relaxada e
saciada de prazer.
- Obrigada! – sorriu-me.
Alguns minutos depois estávamos novamente no salão que estava cheio, era um
baile de máscaras, só reconheci Regina, que se aproximou de nós, pela
voluptuosidade dos seios siliconados. Entregou-me uma máscara discreta.
- Coloque-a e não deixe que ela tire, impedirá que o Alberto te reconheça quando
ver o filme. Estou indo para a sala de vigilância, vou acompanhar a gravação de
lá. - disse-nos e se afastou.
- Esqueci de perguntar Silvia. A Michelle aceitou a proposta?
- Aceitou. Aliás ela está logo ali, provavelmente te procurando.
E estava realmente, olhava de um lado para o outro, meio aflita vestindo um
vestido curto que deixava bem a mostra suas belas coxas e que se moldava ao
redor de seu lindo e largo quadril e de seu delicioso e empinado bumbum.
- Eu disse que você teria que se controlar Jean... – como ela previra meu pau
novamente ereto estava se projetando sob a calça.
- Vou dizer a ela que você está aqui, antes que rasgue a calça! – Silvia foi até
ela, coloquei a minha máscara.
Silvia indicou-me a ela e saiu. Michelle ainda de longe olhou-me e sorriu, a sua
máscara evidenciava seus lábios, fiquei olhando-os, tão carnudos que me
excitavam loucamente. Ela se aproximou.
- Oi Jean! – dessa seu cumprimento foi extremamente caloroso, tocou meu corpo
numa carícia excitante, isso na verdade não me agradou, pois eu sabia que era
devido ao interesse. Contudo meu desejo por ela superava meus escrúpulos.
- Oi.
- Não quer me tirar para dançar
A intensidade do desejo que eu sentia por ela me deixava confuso, queria levá-la
para aquele quarto imediatamente e possuí-la completamente, mas achei melhor não
precipitar-me. Levei-a até ao salão, começamos a dançar. Estreitei seu corpo ao
meu, minha ereção estava cada vez maior.
- Estou sentindo você... – olhou-me nos olhos, os lábios movendo-se sensualmente
– Estou sentindo teu pau em mim, enorme, delicioso...
- Está!? – ela conseguiu aumentar ainda mais o meu desejo.
- Estou, e estou adorando! – se estreitou ainda mais contra meu pau latejante –
Mas eu sei de um lugar onde poderei te sentir ainda mais gostoso...
Era uma sala pequena, a escuridão só era quebrada pela luz que piscava
incessante. Um DJ tocava uma música eletrônica extremamente sensual. Só havia
garotas dançando, sob o anonimato de suas máscaras elas extravasavam toda sua
luxúria rebolando loucamente, uns caras encostados na parede bebiam e olhavam
aquele espetáculo sensual. Michelle me levou para perto deles.
- Eu não sei dançar isso. – disse-lhe
- Tudo bem, eu é que vou dançar em você Jean.
Começou a dançar de forma ainda mais excitante que as outras garotas, me
provocando, provocando também as caras ali ao lado. Derepente ela virou-se de
costas para mim e começou a roçar a bunda no meu pau, lasciva no ritmo da
música, no começo de leve, depois com força, com mais força, fazendo meu pau
cada vez maior dentro da calça. Então ela chegou um pouco mais perto, sua bunda
empinada sob o fino tecido do vestido roçando ainda mais forte no meu pau mas
não parou de rebolar um instante sequer, massageando-o loucamente. Não resisti.
Era provocação demais para mim. Segurei seu quadril com as mãos puxei-o para
mim, sua bunda deliciosa rebolando colou no meu pau. A música vibrando em seus
ouvidos e meu pau vibrando em sua bunda.
- Era disso que eu estava falando Jean – disse-me ela, sempre de costas,
sorrindo, seu lábios carnudos, molhados sensuais – Assim é que eu gosto de
sentir teu pau gostoso na minha bunda.
- Gosta!? – disse-lhe e puxei seu quadril virilmente. Sua bunda empinada
massageando meu pau latejante.
- Gosto. – disse-me sôfrega, estava tão excitada quanto eu. – mas eu quero
sentir teu pau ainda mais perto de minha bunda Jean.
Não entendi o que ela quis dizer. Ela continuou dançando, sua bunda esfregando
em meu pau sem parar, os caras do lado também não conseguiam tirar os olhos dela
me enlouquecendo de prazer. Era isso que ela queria, mostrar-lhes todo o prazer
que ela era capaz de proporcionar. Mas ela deixava claro que todo aquele prazer
era só a mim que ela dava, só a mim. Derepente notei que ela começou a erguer o
vestido, então entendi o que ela quisera dizer. De forma lenta e sensual, sem
deixar de dançar lascivamente ela foi erguendo seu vestido, até a cintura. Agora
sua bunda estava toda descoberta, ela voltou a colá-la a meu pau, fazendo-me
sentir seu calor nele, que latejava de desejo, separado dela agora apenas pela
minha calça. Agora eu segurava seu quadril por baixo do vestido, para mantê-lo
erguido daquela forma deliciosa que me dava tanto tesão. Podia sentir nas mãos
as finas alcinhas de sua minúscula calcinha. Era loucura demais para mim, meu
desejo era enorme, meu pau rijo, ereto, latejante se aconchegou
confortavelmente, de forma muito excitante entre as nádegas de Michelle. O
prazer que tomava conta de mim se concentrava no meu pau latejando entre aquelas
nádegas deliciosas e empinadas. Michelle percebeu aquele encaixe delicioso e
começou a tirar vantagem dele. Começou a mover-se para cima e para baixo, para
cima e para baixo. Neste momento meu percebi que meu celular estava chamando,
atendi.
- Sou eu Regina, onde você com essa vagabunda? – Michelle percebeu que eu falava
ao celular mas continuou, sem ligar para a minha conversa, enlouquecendo meu pau
com sua bunda rebolante.
- Estamos dançando – Mal consegui responder, o prazer da bunda de Michelle no
meu pau me deixava quase sem voz
- Pela tua voz acho que você já está fodendo essa putinha, leva ela para o
quarto logo.
- Tudo bem.
Michelle ainda continuava masturbando meu pau com suas nádegas gostosas, e mesmo
ele estando sob o tecido de minha calça eu podia sentir todo o prazer que
Michelle se esforçava em me proporcionar. Ela começou a suspirar de desejo. Os
olhos fechados. A música entrava nos ouvidos dela fazendo-a mover-se no seu
ritmo, para cima e para baixo, para cima e para baixo, sua bunda cheia de calor
e desejo ao longo do meu pau.
- Oh, Jean! Que gostoso sentir teu pau na minha bunda... – ela disse isso sem
cessar os movimentos de sobe e desce com sua bunda no meu pau. Enlouquecida
desejo não pôde perceber a música cessara e a luz fora acesa. Foi um dos caras
que mandara parar o som e ligar a luz. Doido de inveja, pensou que eu já estava
fodendo Michelle por trás, ali bem na frente deles. Não fosse minha calça ainda
fechada estaria mesmo fodendo ela, fodendo aquela bunda gostosa que rebolava
provocante no meu pau, sua calcinha fio-dental minúscula não seria obstáculo
para meu pau, que ereto e rijo abriria caminho de qualquer forma, numa
penetração triunfante e violenta em busca de todo o prazer que Michelle queria
me dar rebolando nele daquela forma lasciva e sensual.
Michelle ainda deu um suspiro de desejo e prazer antes de abrir os olhos e
ver-nos no claro sendo observados atônitos por todos ali. Os caras se vendo em
meu lugar, e as garotas se imaginando no lugar de Michelle rebolando a bunda no
meu pau louca de desejo e prazer.
Não perdemos tempo sentindo vergonha, estávamos mascarados, Michelle na verdade
na verdade sentia prazer em ter sido flagrada daquela forma, um ninfomaníaca
louca de desejo me enlouquecendo de prazer. Saímos dali.
- Que loucura Jean! Fiquei doida de tesão em saber que todos me viram rebolando
no teu pau daquele jeito! – Se ela soubesse que seria filmada dando para mim
naquela mesma noite... - Acho que se continuasse lá daquele jeito acabaria
gozando com todos me vendo. – Tocou meu pau com a mão segurando – Se teu pau faz
isso comigo só de eu esfregar minha bunda nele imagino o que fará comigo quando
eu cair de boca nele para te pagar um boquete bem guloso que você merece.
Ela disse-me isso sorrindo, seus lábios sensuais movendo-se a cada palavra
articulada. Fiquei imaginando eles no meu pau, carnudos, gulosos, a boca
engolindo-o o máximo que ela conseguisse, chupando, chupando sem parar até que
eu, explodindo de prazer, gozasse, gozasse muito, meu pau jorrando em jatos
incessantes toda minha porra quente naquele rostinho lindo, lambuzando-o todo
com o líquido do meu prazer
Resolvi levá-la logo para o quarto. No caminho fiquei pensando se seu
comportamento era mesmo fruto de desejo por mim ou se ela apenas estava fazendo
por merecer a assinatura do possível contrato. Sua mudança de comportamento
demonstrava que a resposta estava na segunda opção. Isso de certa forma feriu
minha vaidade, mas fiquei firme e tranqüilo, se seu comportamento lascivo era
fruto apenas de puro interesse me senti totalmente livre para usá-la, para
dispor daquele seu corpo sensual simplesmente para satisfazer meus desejos e
obter nele todo o prazer que eu quisesse.
Entramos no quarto, ela mesma fechou a porta, parecia estar com pressa. Aprovei
seu comportamento, pois estava ansioso para desfrutar de todo o prazer que
Michelle queria me dar. Desabotoou minha camisa acariciando os pelos de meu
peito e arranhando-o, por fim tirou-a e pediu-me para sentar-me no sofá.
Obedeci, enquanto ela estivesse agindo segundo meu desejo e para o meu prazer
deixaria que ela comandasse a situação.
- E então Jean, preparado para sentir muito prazer!? – disse-me dançando
sensual.
- Sempre estou pronto para sentir prazer Michelle, só não sei se você será capaz
de me dar todo o prazer que eu desejo.
- Jean, você vai se surpreender com todo o prazer que eu vou te proporcionar.
Não respondi nada, fiquei olhando seus lábios carnudos, desejando que eles
estivessem o mais depressa possível ao redor do meu pau que se projetava enorme
sob a calça. Relaxei sentado no sofá, Michelle começou a fazer um strip-tease
para mim. Soltou as alças do vestido e cobriu os volumosos seios, agora nus com
as mãos, virou-se de costas para mim. O vestido leve deslizou pelo seu corpo até
ficar enroscado na largura de seu quadril. Olhou para mim sorrindo, seus lábios
carnudos me enchiam cada vez mais e mais de tesão, ainda de costas para mim
aproximou-se, seu bumbum empinado rebolando diante de meu rosto. Por fim acabou
tirando o vestido, sempre de costa para mim, se requebrando deliciosamente.
Quando o vestido caiu vi sua bunda maravilhosa, empinada, o quadril perfeito,
tudo pronto para me dar prazer. Lentamente ela foi se abaixando até sentar-se
sobre meu pau suspirando, ela rebolou nele até encaixá-lo novamente entre as
nádegas, segurei seu quadril e controlei seus movimento ao longo dele, num
instante ela atingiu o ritmo certo, então deixei que ela continuasse sozinha.
Subi minhas mãos deslizando-as por sua cintura estreita até encontrar seus
seios, ela suspirou novamente quando segurei-os por inteiro, intumescidos,
sentindo seus mamilos rijos de prazer e desejo. Michelle estava pronta para se
entregar totalmente ao meu prazer.
- Agora chupe meu pau. – ordenei-lhe.
Ela me obedeceu instintivamente, deslizou para o chão e se ajoelhou na minha
frente. Começou a acariciar meu pau ainda sob a calça, olhava-me nos olhos,
molhando os lábios. Desabotoou minha calça e começou a abrir o zíper com os
dentes, não foi preciso, antes que ela terminasse meu pau saltou para fora
batendo em seu rosto fazendo-a gritar de susto e prazer, antes de agarrar meu
pau com as duas mãos Michelle ficou olhando para ele, hipnotizada pelo desejo,
não resistiu e o segurou, senti ele latejando entre suas pequenas mãos que já o
masturbava sem parar, para cima e para baixo, para cima e para baixo. Continuou
passando a língua em seus lábios carnudos, umedecendo-os e me provocando numa
promessa de uma chupada deliciosa.
- Jean, antes de chupar teu pau posso sentir ele de novo em minha bunda, agora
que está fora da calça será muito mais gostoso... – sua voz era suplicante,
permiti.
Ela se levantou e ficou de costas para mim sem soltar meu pau das mãos, abaixou
seu bumbum empinado lentamente em direção a ele. Então começou a esfregá-lo em
suas nádegas crispadas de desejo, finalmente encaixou-o entre as nádegas, agora
era Michelle, suspirando, que sentia o calor do meu pau em seu bumbum. Começou a
mexer-se para cima e para baixo, para cima e para baixo, mantendo sempre meu pau
encaixado entre as nádegas masturbando-o deliciosamente, olhava-me e sorria sem
parar de me masturbar daquela forma excitante. Às vezes sua xoxota tocava minhas
bolas e eu podia senti-la, mesmo ainda sob a calcinha, já molhada de tanto
prazer e desejo Depois de muito tempo nesta tortura prazerosa Michelle voltou a
ajoelhar-se na minha frente segurando meu pau com as duas mãos, punhetando-o e
acariciando minhas bolas.
- Tire a máscara. – disse-lhe.
- E você, não vai tirar? – disse ela enquanto me obedecia.
- Eu não, pense que sou um desconhecido.
- Nossa que tesão!
Então ela olhou-me lasciva e provocante passando a língua em seus lábios
carnudos umedecendo-os, disse:
- Agora vou satisfazer teu desejo Jean, vou chupar teu pau gostoso, vou te pagar
o melhor boquete de toda tua vida, vou te dar uma chupada bem gulosa, do jeito
que você merece!
Antes de começar a chupar Michelle arrumou os cabelos de modo que não
atrapalhassem o boquete e a visão que eu teria dele. Começou a lamber meu pau
desde a base até a cabeça. Lambeu ele todo, sempre me olhando cheia de desejo,
chupou as minhas bolas delicadamente me enlouquecendo de tesão. Novamente
umedeceu os lábios me sorrindo e engoliu com eles apenas a cabeça de meu pau.
Era tudo que eu queria, soltei uma interjeição surda de prazer, desde o primeiro
momento em que a vira Michelle desejara o contado daqueles seus lábios carnudos
e sensuais no meu pau latejante. Percebendo minha reação e o prazer que sentia,
Michelle continuou, com uma das mãos acariciava minhas bolas, com a outra
punhetava meu pau, sentindo-o latejar nela, sem parar, para cima e para baixo,
para cima e para baixo, e com os lábios carnudos, quentes e molhados chupava a
cabeça totalmente inchada e vermelha. Michelle olhava para mim e sorria,
mostrava-se extremamente alegre ao ver que chupando meu pau daquele jeito me
dava tanto prazer.
- Que pau gostoso você tem Jean! Quero engolir ele, quero sentir ele enchendo
minha boquinha, latejando dentro dela. – quando ela disse isso meu tesão
aumentou ainda mais.
Voltou a agarrar meu pau com as duas mãos punhetando-o enquanto lambia, chupava
e engolia as minhas bolas. Depois, gulosa, guiou ele para o interior de sua boca
engolindo quase a metade dele, contraiu as bochechas e a língua comprimindo-o
deliciosamente, formando para ele um túnel macio, quente e molhado. Continuou
acariciando as bolas, segurou firme a base e começou a mover-se para cima e para
baixo, para cima e para baixo, girando a cabeça, rodando com sua boquinha nele,
me enlouquecendo de prazer
Fiquei curtindo o prazer daquela chupada gulosa, realmente Michelle estava, como
dissera, pagando-me o melhor boquete de toda minha vida. Meu prazer aumentou
ainda mais quando lembrei que ela Michelle, era amante de Alberto, meu patrão.
Michelle soltou as mãos de minhas bolas e do meu pau, passou a ocupar-se dele
habilidosamente apenas com sua boquinha gulosa, com as mãos livres acariciava os
músculos de meu abdômen e os pelos do meu peito. Desceu suas mãos até minhas
coxas e sem tirar meu pau do interior de sua boca e sorriu-me com olhar guloso e
cheio de desejo. Ela tinha quase a metade de meu pau em sua boca, tentou engolir
um pouco mais, se esforçou, mas apesar de seu desejo conseguiu engolir não mais
que a metade dele. Resolvi ajudar Michelle a satisfazer seu desejo. Segurei sua
cabeça enroscando meus dedos entre seus cabelos encaracolados e a empurrei para
baixo, forçando-a a engolir mais. Era quase impossível para ela, pois apesar de
seus deliciosos lábios carnudos sua boca era pequena, ela quis desistir mas eu
não permiti, forcei sua cabeça mais ainda para baixo, a cabeça do meu pau tocou
o fundo de sua garganta, Michelle engolira quase dois terços do meu pau que como
ela queria, latejava dentro de sua boca, meu desejo, e o seu também era que
engolisse ele todo, mas vi que ela não ia conseguir, começou a engasgar. Então
ela desistiu, tentou levantar a cabeça para retirar meu pau que enchia toda sua
boca e garganta, não permiti, fiquei curtindo o prazer e tesão de ter o pau
quase inteiro dentro de sua boca, os espasmos de sua garganta massageando
deliciosamente a cabeça cada vez que ela engasgava.
Quando soltei a cabeça de Michelle ela não tirou meu pau da boca rapidamente
como eu pensei que faria, ao contrário foi tirando-o dela lentamente,
chupando-o. Depois quando ele saiu inteiro olhou-me ofegante com um sorriso.
- Adorei! – disse-me.
Voltou ainda a lamber meu pau e minhas bolas, chupou. Chupou loucamente cheia de
desejo. Depois se levantou, virou-se de costas para mim, rebolou seu bumbum
empinado e tirou a calcinha fio dental.
- Agora quero sentir teu pau gostoso na minha xoxota.
Segurou meu pau com a mão e guiou ele na direção de sua xotinha molhada, quando
a cabeça tocou os lábios que já escorriam de prazer e desejo ela o soltou e
sentou-se sobre ele, soltando um alto gemido de prazer, encaixando-o
perfeitamente sem seu interior. Então ela começou a mover-se ao longo do meu
pau, para cima e para baixo, para cima e para baixo, apertando-o com sua xoxota
encharcada. Michelle gemia e suspirava alto de tanto prazer, seu tesão aumentava
cada vez mais e ela começou a mover-se cada vez mais freneticamente ao longo do
meu pau, para cima e para baixo, para cima e para baixo. Quando um de seus
movimentos foi amplo demais meu pau escapou de sua xoxota, então Michelle o
agarrou rapidamente e guiou-o outra vez para seu interior, sentando-se sobre
ele, suspirando e gemendo de prazer. Segurei em seu quadril e comecei a
controlar seus movimentos para que aquele acidente não mais ocorresse, porém
Michelle estava extremamente excitada. voltou a mover-se loucamente ao longo do
meu pau fazendo-o escapar novamente, pela Segunda vez ela o agarrou e o fez
penetrar novamente em sua xoxotinha melada de prazer. Desta vez fi-la sentar até
colar as nádegas em mim.
- Rebola no meu pau Michelle. – ordenei-lhe segurando virilmente seu quadril
puxando-a para mim.
Ela me obedeceu imediatamente, gemendo de prazer começou a rebolar no meu pau.
Rebolava gostoso, me enlouquecendo de prazer, olhava-me e sorria, sentia prazer
sabendo que em dava prazer e rebolava no meu pau sem parar. Segurei seu quadril
e fiquei admirando sua beleza, sentia um prazer imenso vendo aquela mulata
gostosa, com sua bunda empinada sentando e rebolando no meu pau.
Nesse momento meu celular que eu colocara sobre a mesinha ao lado do sofá
chamou. Era Regina, atendi.
- Te falei para ficar no outro sofá – disse ela meio irritada – Neste aí as
câmeras não podem filmá-la direito. – eu tinha me esquecido completamente o
motivo pelo qual eu estava ali fodendo aquela gostosa. Michelle percebeu que eu
falava ao telefone, olhou pra mim, porém continuou rebolando no meu pau,
tentando daquela forma deliciosa recuperar a minha atenção. – Dê um jeito de
levá-la para a cama. – continuou Regina.
- Tudo bem, vou dar um jeito nisto. – disfarcei e desliguei.
- O que era? – perguntou-me Michelle entre um gemido e outro de prazer.
- Negócios. – despistei.
Aquela ligação no meio da transa deixou Michelle ainda mais excitada. Ela
pensava que estava sendo possuída por um empresário, e isso talvez a enchesse de
tesão. Continuou rebolando e movendo-se freneticamente ao longo do meu pau, sua
respiração estava entrecortada, percebi que gozaria logo. Voltei a segurar seu
quadril, curtindo os movimentos daquela bunda gostosa no meu pau, depois subi
minhas mãos em direção a seus seios, antes de tocá-los puxei Michelle, fazendo-a
encostar-se em mim.
- Quer gozar Michelle?
- Quero! – suspirou ela, louca de prazer.
- Então goze! Goze gostoso no meu pau, goze que eu quero sentir ele todo melado
com seu prazer – incentivei-a, queria fazê-la gozar antes de levá-la para cama e
evitar que ela desconfiasse da do motivo da ligação.
- Goze agora Michelle! Goze para mim! Goze gostoso no meu pau! – disse isso e
segurei firme seus seios intumescidos.
Michelle soltou um alto gemido de prazer, senti seu corpo estremecer inteiro,
senti os espasmos de prazer de sua xoxota comprimindo meu pau dentro dela, o
líquido melado de seu prazer escorreu por ele todo até minhas bolas, seu corpo
todo desfaleceu-se sobre o meu.
Fomos para a cama, deitei-me para que ela viesse por cima e cavalgasse no meu
pau.
- Adoro esta posição! – disse ela trepando em mim, guiando meu pau com sua mão
novamente para o interior de sua xoxota melada, porém fez isso se posicionando
de costas para mim. Começou a mover-se ao longo do meu pau, para cima e para
baixo, para cima e para baixo, cavalgando-me loucamente, suspirando de prazer
Eu sabia que o plano de Regina não daria certo daquele jeito, com Michelle de
costas para o espelho a camêra não filmaria seu rosto, e sem a imagem do rosto
dela não teria como humilhar Alberto com a filmagem. No momento em que pensava
nisso o meu celular sobre a mesa começou a chamar.
- Não vai atendê-lo?
- Desta vez não, deve ser alguma bobagem.
Eu sabia que era Regina e sabia o que ela queria. Esperaria mais um pouco e
mandaria Michelle se virar e ficar de costas para mim. Segurei seu quadril com
as mãos e comecei a controlar seus movimentos, as vezes a incitava a mover-se
depressa, às vezes devagar ao longo do meu pau que latejava dentro de sua xoxota.
Mas percebi que ela gostava mesmo era rebolar no meu pau, gemia e suspirava de
prazer enquanto rebolava nele. Sem querer, apenas com meu pau duro e latejante
eu a enlouquecia de prazer. Deixei que ela se deliciasse um pouco mais e então
ordenei:
- Vire-se de frente para mim agora.
- Não Jean, eu não posso. Só gosto de ser penetrada por trás!
Esta informação apesar de frustar minhas intenções me excitou muito, pois
realmente, uma garota como ela, com quadril largo e bumbum empinado só me dava
vontade de fodê-la por trás. Só havia uma solução então, que era muito prazerosa
para mim.
- Fique de quatro para mim então.
- Claro! Vou adorar dar de quatro para você Jean – disse ela saindo de cima de
mim, eu também desci da cama. Fui conferir se a ligação não era de Helena. Era
mesmo de Regina. Quando ia voltar para cama vi que Michelle não se colocara de
frente para o espelho como eu imaginara.
- Assim não, fique de frente para o espelho, quero ver o teu rostinho nele
enquanto eu fodo você.
- Será uma delícia! – disse ela me obedecendo e se posicionando exatamente como
eu queria.
- Só vou meter em você quando empinar bem esse bumbum. – ordenei-lhe para apenas
para provocar, pois seu traseiro já estava naturalmente empinado de forma muito
excitante.
- Vem logo Jean, estou louquinha para dar de quatro para você! – suplicou-me
obedecendo e empinando o bumbum
- Me coloquei atrás dela, entre suas pernas, a cabeça de meu pau roçando suas
nádegas, excitada ela o agarrou e começou a guiá-lo para seu interior. – Espere
aí, você relaxou, não está empinada do jeito que eu quero. – provoquei mais
ainda, ela me obedeceu empinando o máximo possível, por um momento fiquei
admirando Michelle, a mulatinha mais linda que eu já vira de quatro para mim,
submissa, oferecendo aquela sua bunda gostosa e empinada para mim, implorando
para que eu a fodesse logo.
- Mais! – esforçou-se novamente, mas era impossível, seu traseiro gostoso já
estava empinado ao máximo para mim. Então ela não resistiu mais aquela tortura,
guiou meu pau para sua xoxota, quando a cabeça tocou os lábios melados
disse-lhe: - Não, não é aí que quero foder você agora.
- Não, anal não! – disse ela frustrada, fugindo com o bumbum de mim.
- Por que não!?
- Meu cuzinho é virgem. Não dei ele nem para meu namorado ainda.
- Namorado!?
- Bom, meu amante, ele é casado. Mas prometeu que logo vai se separar da mulher
para ficar comigo. Ele me deu este colar. – mostrou um belo colar muito
brilhante que estava usando.
- Então você nunca fez sexo anal!?
- Não, com ninguém nem com ele. Tenho medo de doer.
Me excitei mais ainda, saber que ela nunca fizera anal me fez imaginar o quanto
era apertada. Seria um grande prazer para mim ser o primeiro a abrir caminho na
sua entrada mais estreita, triunfante, com meu pau latejando de prazer e desejo.
O tesão que sentia era demais, aquela bunda empinada, gostosa, e o cuzinho
apertadinho e virgem. Além do mais saber que Alberto, que era amante dela ainda
não conseguira multiplicou muitas vezes meu desejo. Ao contrário dele eu
conseguiria realizar meu desejo.
- Vai doer sim, mas agora que você disse que nunca deu ele me encheu de tesão.
Não vou sair daqui sem tirar esta tua segunda virgindade. Quero ter o prazer de
ser primeiro.
- Mas nem para o Alberto eu dei ainda. – protestou.
- Pouco me importa se ele não teve o que quis ainda. Eu quero comer te cuzinho
virgem antes dele.
- Não me force assim Jean, você tem um pau tão gostoso, mais gostoso que do
Alberto, maior, mais grosso, por isso mesmo tenho medo que doa muito.
- Acha que meu pau é gostoso!?
- Acho, muito gostoso!
- Então vou usá-lo para desvirginar o teu cuzinho bem gostoso.
- Não, por favor! Eu tenho vontade de fazer sexo anal, mas não assim.
- Como você quer fazer então?
- Na verdade acho que com você seria perfeito, quando você me mandou ficar de
quatro e empinar o bumbum fiquei louca de tesão querendo que você desvirginasse
meu cuzinho.
- Então!?
- É que prometi dar ele para o Alberto hoje. Mais tarde nós vamos sair para
jantar em um restaurante legal que estou louca para ir, depois ele vai me levar
para um motel. Ele insistiu tanto, prometeu ser carinhoso, que eu disse que de
hoje não passava, então ele me prometeu uma noite especial.
Aquilo era demais para mim. Saber que ela prometera a Alberto e estava ali
comigo aumentava demais o meu tesão. Cada vez que ela dizia que Alberto querer
desvirginá-la aumentava ainda mais a minha convicção em fazer antes dele.
- Prometeu sair com ele mas está aqui comigo, corneando ele!?
- Isso entre eu e você foi derepente, não pude recusar a proposta que você fez
para a Silvia, será bom para nós duas. E o Alberto só vai chegar mais tarde,
disse que está viajando. – Era verdade a viagem, por isso mesmo Regina e Silvia
tinham armado tudo neste dia. continuou – Se fossemos fazer só penetração
vaginal eu conseguiria disfarçar, mas se eu fizer anal com você, tenho certeza
de que você vai me deixar acabada, não vai sobrar nada para o Alberto. – Era
exatamente o que eu queria: ter o prazer de ser o primeiro e deixar as sobras
para o meu patrão Alberto.
- Você terá que dar uma desculpa para ele, eu não vou aceitar um não teu como
resposta.
- Nossa Jean, você que mesmo desvirginar meu cuzinho.
- Quero. – envolvi ela completamente com minha convicção.
- Dá para ver em teus olhos que você deseja muito isso, mais até que o Alberto.
- Você não acha que quem quer mais merece ter o que quer?
- Acho. – disse ela submetendo-se por fim ao meu desejo.
- Então, fique de quatro aqui para mim outra vez.
- Que se dane o Alberto, não sou a noiva virgem dele, sou só a amante dele. Só
prometi para ele por que ele insistiu muito, mas você Jean, você com teu pau
gostoso me deixou louca de tesão! – disse ela me obedecendo e ficando de quatro
para mim, empinando seu bumbum gostoso.
- Isso mesmo, que se dane aquele corno, você não é a noiva dele. Fique de quatro
assim bem gostosa para mim que hoje você é minha putinha.
- Sou tua putinha Jean – confirmou ela. – Sou tua putinha do cuzinho virgem.
Prometi ele para o Alberto mas é você quem vai desvirginá-lo ele com teu pauzão
gostoso. - disse isso e segurou meu pau.
- Então vem minha putinha gostosa. – segurei seu quadril e puxei sua bunda
empinada em direção a meu pau que vibrava de tesão em sua mão.
- Espere! Prometa que vai tomar cuidado para não doer em mim? – suplicou ela,
punhetando meu pau carinhosamente.
- Não prometo nada você me deixou com muito tesão com a tua indecisão.
- Eu também estou cheia de tesão, mas quero sentir prazer e não dor.
- Vou fazer o possível.
- Obrigada. – disse ela encostando a cabeça do meu pau em sua entrada
apertadinha. Meu pau estava enorme, a cabeça avermelhada e inchada, as veias ao
longo dele pulsando fazendo-o latejar de tesão, teria pena dela se não estivesse
com tanto desejo de desvirginar aquele cuzinho deliciosamente apertado bem no
meio daquela bunda empinada e gostosa.
- Mas quando estiver com meu pau dentro de você, você não conseguirá distinguir
a dor do prazer. – confessei, pois só queria realmente era saciar meu desejo,
ter o prazer de ser o primeiro, e acima de tudo ser o primeiro corneando Alberto
com sua amante, pois com sua esposa já o fizera a muito.
- Vou tentar relaxar para você conseguir me penetrar mais fácil. – ela se
esforçou, mas sua abertura não ficou nem um terço do tamanho da cabeça do meu
para, contudo teria que me receber de qualquer forma em seu interior, era meu
desejo.
- Segure firme! – ela me obedeceu e manteve meu pau apontado para a desejada
entrada de seu cuzinho virgem. Puxei seu quadril para mim com virilidade e cheio
de tesão. Michelle soltou um grito lancinante de dor. Apenas a cabeça entrara.
- Ahhhh! Ai! Por favor Jean! Por favor... – gemeu suplicante sem conseguir
terminar a frase.
Ela tentou fugir mas eu não permiti, segurei firme seus quadris mantendo-a
submissa na mesma posição. Puxei- para mim uma segunda vez fazendo gritar
novamente de dor, puxei de novo e ela voltou a gritar. Seu gritos me excitavam
ainda mais, puxei-a outra vez apenas para ouvi-la gemer de dor.
- Ahhhh! Ai! Por favor... Ai! Ahhhh! – não podia terminar a frase pois gemia sem
parar. Ela travara, tinha tentado relaxar no início mas trancou aquele cuzinho
gostoso assim que principiamos a penetração, daquela forma não iria avançar.
Tive um idéia, então resolvi tirar o pau para começar tudo outra vez.
Surpreendi-me, tirá-lo foi mais difícil do que fora para faze-lo entrar, o
esfíncter contraído formara um anel que prendia a cabeça inchada no interior.
- Vá para frente Michelle, desta vez não vou te segurar. – como ela estava
sofrendo muito era tudo que queria ouvir me obedeceu rapidamente. Moveu-se para
frente, vi seu ânus se deflorar quando a enorme cabeça do meu pau saiu dele como
uma rolha.
- Acho que não vou conseguir, desculpe Jean. Desejo tanto quanto você mas acho
que é impossível.
- Fique tranqüila Michelle, foi só nossa primeira tentativa, eu sei o que fazer
para saciar o teu desejo com muito prazer para mim.
- Sabe!? Como vai ser?
- Você tem que chupar o meu pau e deixar ele lambuzado com tua saliva para
lubrificá-lo bem.
- Tomara que funcione. – disse ela já engolindo meu pau com seus deliciosos
lábios carnudos.
- Tenho certeza que vai funcionar, já fodi outros cuzinhos virgens antes, sempre
ponho as garotas como você para chupar o meu pau e lubrificá-lo com suas
salivas.
- Que bom saber que você é tão experiente Jean. – sorriu-me lasciva e voltou a
chupar meu pau babando nele todo. – Assim está bom? – meu pau estava todo babado
e um fio de saliva unia a cabeça dele ao lábio carnudo de Michelle.
- Quanto mais você babar nele mais fácil será para eu te penetrar. – ouvindo
isto ela resolveu dar mais uma chupada bem molhada para garantir.
- Não agüento mais de tesão Jean! – disse ela se colocando novamente de quatro
para mim. – Vem comer meu cuzinho logo, toda essa preparação está me torturando.
– empinou bem a bunda para mim e colocou a cabeça do meu pau na entrada de seu
ânus, relaxando o esfíncter. – Mete teu pau em mim, quero sentir ele arregaçando
meu cuzinho virgem! – suplicou ela.
Segurei firme seu quadril e puxei-o virilmente para mim, desta vez a cabeça
entrou mais fácil, mesmo assim Michelle gritou de dor e tentou fugir, não
permiti, continuei segurando firme seu quadril gostoso mantendo-a submissa a meu
desejo e prazer. Puxei-a com mais força enterrando meu pau até a metade em sue
cuzinho virgem e deliciosamente apertado. Então comecei a mover Michelle, que
gemia como uma louca, fazendo-a deslizar ao longo do meu pau com seu cuzinho
gostoso, para frente e para trás, para frente e para trás. Cada vez que puxava
para mim aquela bunda gostosa meu pau a penetrava mais cada vez mais e mais
fundo, quando eu fazia seu bumbum voltar podia ver cheio de tesão seu ânus
totalmente deflorado pela grossura do meu pau. Aumentei a amplitude dos
movimentos de vai e vêm fazendo com que às vezes apenas a cabeça inchada de meu
pau estivesse em seu interior, depois enfiava tudo, até suas nádegas empinadas
colarem em mim. Podia sentir quando minhas bolas tocavam a xoxota totalmente
molhada de Michelle. Dessa forma comecei a fazê-la deslizar cada vez mais e mais
rápido ao longo do meu pau, para frente e para trás, pra frente e para trás,
fazendo-a gemer de dor e suspirar de prazer. O prazer e o tesão que eu sentia
eram demais, sentir meu pau extremamente apertado dentro do cuzinho virgem de
Michelle me enlouquecia, meu prazer aumentava mais ainda quando lembrava que
Alberto quisera levar minha Helena para cama e não conseguira e eu estava ali,
com sua amante de quatro para mim, totalmente submissa entregando para meu
prazer seu cuzinho virgem que havia prometido a ele nesta mesma noite.
Não imaginara que poderia sentir tanto prazer, eu aproveitava ao máximo aquele
momento que a sorte me reservara curtindo com o pau latejante cada centímetro do
reto de Michelle que com dificuldade, e por isso prazerosamente, ia se adaptando
a grossura de meu pau. Eu podia ver pelo espelho o sofrimento na face de
Michelle e com isso ficava cada vez mais e mais excitado e cheio de tesão,
comecei a foder com mais violência seu cuzinho virgem só para ver a expressão de
dor em seu rostinho lindo e ouvir seus gemidos desesperados de dor. Como seu
ângulo era desfavorável Michelle era obrigada a olhar para trás para ver-me, seu
olhar era suplicante e pedia-me compaixão, a dor a impedia de articular qualquer
palavra, ela queria que eu parasse, mas era impossível, eu agia instintivamente
guiado apenas pelo prazer de saciar meu desejo em seu cuzinho apertado, naquele
bumbum gostoso e empinado, no seu corpo ali de quatro na minha frente,
totalmente submisso a mim, ao meu prazer, e ao olhar-me Michelle via a expressão
impiedosa de prazer em meu rosto ainda semiencoberto pela máscara.
- Chega Jean! Goze logo! Não agüento mais! Teu pau está me rasgando toda. Goze
logo, por favor! – suplicou-me em um estertor final.
Seu pedido desesperado me deu uma idéia. Iria proporcionar uma espetacular cena
final para a filmagem de Regina.
- Quer que eu goze!?
- Ahã!
- Quer!?
- Quero!
- Não ouvi direito!
- Quero que você goze Jean!
Tirei o pau de seu interior deixando seu ânus vazio incrivelmente dilatado
fazendo-a suspirar aliviada. Saí da cama e arrastei Michelle pelos cabelos
fazendo-a rastear de quatro. Sentei-me no outro sofá que tinha a câmera atrás do
espelho na parede e a posicionei de joelhos na minha frente
- Quer que eu goze!?
- Quero!
- Então chupe meu pau até eu gozar no teu rosto.
- Ahã. – disse ela me obedecendo e abocanhando gulosamente meu pau. – vou adorar
fazer você jorrar tua porra quente no meu rostinho. – completou se entregando
completamente ao prazer de chupar meu pau, se esquecendo da dor que eu lhe
causara com aquele selvagem defloramento anal. Chupava de maneira suave, dando
especial atenção a cabeça com seus lábios carnudos, punhetando e acariciando
gentilmente as bolas, massageando delicadamente meu pau que já estava meio
esfolado de tanto foder seu cuzinho apertado e gostoso do qual com muito prazer
eu tirara a virgindade.
- Senti tanto tesão com você fodendo gostoso meu cuzinho virgem Jean. – disse-me
ela com um sorriso lascivo nos lábios e um fio de saliva ligando-os a cabeça
inchada do meu pau.
- E aqueles gritos de dor!?
- De dor e de prazer Jean. Adorei ficar ali de quatro para você, totalmente
submissa enquanto você me fodia com tanta virilidade. Se soubesse que sexo anal
era tão gostoso assim teria feito antes, mas achei maravilhoso você ter sido o
primeiro, sem saber me guardei para você, guardei meu cuzinho apertado para você
desvirginá-lo! – riu lascivamente fazendo o fio de saliva se quebrar.
- E agora, o que vai dizer para o Alberto?
- Se ele quiser terá que se contentar com o caminhou que você abriu. Abriu não,
arreganhou! – completou rindo com luxúria. – Nossa Jean você me fodeu com
vontade mesmo!
- É que você tem uma bundinha empinada muito gostosa, eu estava saciando meu
desejo de prazer.
- Eu sei, fiquei te provocando, dançando e rebolando meu traseiro no teu pau. Eu
é que pedi e você me deu o que eu merecia. Mas... você saciou teu desejo de
prazer?
- Só vou me sentir saciado que você me fizer gozar no teu rostinho.
- Vou fazer agora! – disse ela com carinha de tarada abocanhando novamente o meu
pau. Ela começou a chupar gostoso, e quando eu estava quase gozando seu celular
tocou.
- É o Alberto, posso atender?
- Pode.
- Obrigada. Vou falar com ele mas não vou abandonar teu pau gostoso. – disse ela
colocando o celular no viva voz.
- Alô, Michelle. – era a voz do corno.
- Oi Alberto!
- Estava com saudades de você, sabia!?
- Que lindo amor! – riu para mim enquanto punhetava meu pau e acariciava minhas
bolas
- Esta noite será especial para mim Michelle
- Para mim já está sendo...
- Já, por quê!?
- Sabe, não pensei em outra coisa, estou aqui com uma expectativa
enorme.-abocanhou meu pau com lascívia.
- Não vejo a hora de ter o que você me prometeu hoje... – antes que Michelle
tirasse meu pau de sua boca segurei sua cabeça pelos cabelos fazendo-a engoli-lo
até a metade, impedindo-a de responder. – Está me ouvindo Michelle? – Forcei
ainda mais sua cabeça para baixo, fazendo-a engasgar, sentindo uma deliciosa
sensação de prazer. – Alô Michelle!? – soltei-a.
- Estou aqui.
- Por que não respondeu?
- Fiquei sem ter como dizer algo a você, este assunto me dá um nó na garganta.
- Eu sei, é porque será tua primeira vez.
- É...
- Michelle que silêncio é esse aí, não me disse que estaria em uma festa!?
- É ... é que entrei em um quarto vazio para falar com você a vontade. Alberto ,
por acaso está desconfiando de mim!?
- Não, eu...
- Você vai demorar muito ainda para vir me buscar, faz um tempão que estou
esperando você.
- Acabei de chegar, estou aqui na frente te esperando.
- Já chegou!? – Michelle tentou disfarçar o espanto.
- Sim.
- Já desço então, tchau! – desligou.
- Preciso ir Jean, ele está me esperando.
- Você ainda não terminou aqui...
- Ainda quer gozar no meu rostinho!?
- Quero. Já estou quase, por pouco não gozei em tua boca enquanto falava com
Alberto.
- Teria sido gostoso! Mas já que não aconteceu vou fazer acontecer agora. –
abocanhou meu pau gulosamente e começou a chupá-lo freneticamente rotacionando
sua cabeça aumentando minhas sensações de prazer, punhetando e pressionando
minhas bolas com as mãos sem parar. Para mim sua ansiedade era excessiva.
- Calma! Não precisa ter pressa, aquele corno lá fora que espere.
- Desculpe Jean. - Obedeceu-me e voltou a chupar-me com suavidade , carinho e
delicadeza.
- Assim é que eu gosto! – ela olhou-me e sorriu sem tirar meu pau da boca. Um
celular tocou, desta vez era o meu. Era Regina.
- Atenda Jean! Será muito excitante para mim fazer você gozar enquanto você fala
no telefone.
- Pronto. – atendi, ao contrário dela não coloquei o celular no viva voz,
Michelle voltou a abocanhar meu pau satisfeita, chupando-o gulosamente, seus
lábios carnudos movendo-se ao longo dele, para cima e para baixo, para cima e
para baixo.
- Você está de parabéns Jean! Um perfeito ator de filme pornô!
- Obrigado!
- Parece que ela não queria fazer sexo anal, mas você convenceu ela.
- Foi uma negociação difícil.
- Mas no fim ela resolveu se abrir e receber tua mercadoria... – riu. As
palavras de Regina aumentavam minha excitação.
- Então você conseguiu acompanhar tudo. – nesse momento talvez Michelle tenha
desconfiado de nossa conversa, pois deixou de chupar meu pau e começou a prestar
atenção.
- Estou com inveja desta vagabunda aí, fiquei cheia de tesão lembrando daquela
vez que você fez o mesmo comigo lá no parque.
- Eu também estou feliz que tenha dado tudo certo. – Michelle me olhava atenta,
agora apenas punhetando meu pau com as duas mãos.
- Só quero ver a cara do Alberto quando ver o filme desta putinha gemendo de
quatro com teu pau socado no cuzinho dela. Mas agora Jean, para terminar, quero
que você goze na cara dela, estou com o rosto dela enquadrado, quero que você
goze nele para que o Alberto veja a vagabunda dele com a carinha toda lambuzada
com tua porra! – as palavras de Regina me excitavam de forma extrema, olhei
Michelle absorvida na ânsia de descobrir o assunto da conversa, havia muita
curiosidade em seu rosto, os lábios carnudos úmidos entreabertos, excitantes,
suas mãos punhetando meu pau quase que involuntariamente, para cima e para
baixo, para cima e para baixo. – Goze Jean! Goze na cara desta putinha! Goze,
lambuze a cara dela com tua porra para o Alberto ver o corno que ele é! – foi o
suficiente. Soltei uma interjeição surda de prazer, comecei a ejacular. Michelle
voltou a si quando meus jatos de porra quente lambuzaram seu rosto espalhando-se
pela sua bochecha, lábios e queixo. Não ouvi mais Regina, Michelle abocanhou meu
pau pela última vez para sorver as gotas que ainda brotavam na cabeça dele.
Quando terminou, deixando-o completamente seco levantou-se e vestiu suas roupas
apressada, antes de sair lembrou-se de limpar seu rosto melado com minha porra
na ponta do lençol. Fiquei com a impressão de que se ela não tivesse se
distraído tanto no último momento eu teria gozado muito mais naquele seu
rostinho lindo.
Fiquei sentado no sofá relaxando, relembrando tudo que acontecera naquela noite,
afinal de contas valera a pena fazer o jogo de Regina. Principalmente pelo
prazer de deflorar o cuzinho virgem de Michelle, o cuzinho que ela prometera a
Alberto para aquela mesma noite. Comecei a ficar novamente excitado recordando o
prazer de tê-la totalmente submissa e de quatro para mim, gemendo de dor e
prazer no meu pau latejante de prazer quando Regina entrou no quarto.
- Olá Jean! – foi direto ao espelho da cabeceira da cama e passou gloss nos
lábios olhando nele. Olhando-a por trás notei que ela estava muito excitante com
o vestido que usava, justo, revelando as belas curvas de seu quadril. Ainda não
prestara atenção nela, pois estivera muito absorvido pela atração exercida sobre
mim por Michelle. Quando se virou veio em minha direção, seu par de seios
siliconados, voluptuosos saltando quase que inteiros pelo decote generoso, os
mamilos rijos projetando-se sob o tecido fino revelavam que estava excitada.
Parou bem diante de mim, arrancou a máscara do meu rosto e em seguida, tirou seu
vestido, ficando vestida apenas com a calcinha fio dental minúscula,
ajoelhou-se, os seios volumosos, deliciosamente empinados e agora nus ficaram
próximos do meu pau que estava cada vez mais e mais ereto. – Fiquei muito
excitada vendo você foder aquela putinha. Ela gemia como uma perfeita vadia
enquanto você metia teu pau no cuzinho dela... lembrei-me do dia que fez o mesmo
comigo lá no parque. Agora vou chupar teu pau, você merece dar uma bela gozada
pela tua atuação!
- Ela acabou de me fazer gozar.
- Então... – segurou meu pau com as duas mãos - ... quero chupar teu pau e fazer
você dar uma gozada enorme nos meus seios, será meu prêmio pela direção deste
filminho pornô! – segurou carinhosamente minhas bolas. – Aposto que ainda tem
muita porra aqui para mim! – não consegui dizer nada, seus lábios molhados pelo
gloss estava tão excitantes quanto os de Michelle, prometendo uma deliciosa
chupada. – Sabe Jean, depois que pus este implante meus seios ficaram muito mais
sensíveis... – começou a esfregar a cabeça do meu pau em seus seios, suspirando
de desejo - ...e aquela esporrada enorme que você deu neles lá no parque me fez
gozar de tanto prazer. – Regina colocou meu pau entre os seios intumescidos
comprimindo-os gentilmente e começou a masturbá-lo com eles, para cima e para
baixo, para cima e para baixo. – Quero ter aquela sensação deliciosa novamente –
disse depois de alguns instantes libertando meu pau da deliciosa prisão de seus
seios e o engoliu gulosamente, punhetando a base com uma das mãos e acariciando
as bolas com a outra.
Não disse mais nada, sua boca estava completamente ocupada agora chupando meu
pau gulosamente, sua boca movia-se ao longo dele freneticamente, para cima e
para baixo, para cima e para baixo, rotacionando a cabeça, aumentando meu prazer
assim como Michelle fizera, pelo jeito Regina prestara mesmo atenção em nós. Às
vezes, sem parar de chupar Regina olhava para o espelho para ver seu reflexo
nele, a visão dela própria com meu pau latejando em sua boca a deixava ainda
mais e mais excitada e ela chupava sem parar, deliciosamente, acariciando minhas
bolas cada vez com mais e mais desejo, percebi que desta vez gozaria para valer.
Regina não queria apenas me fazer gozar como Michelle, ela queria minha porra, e
estava se esforçando ao máximo para que eu ejaculasse tudo que tinha. Soltei uma
interjeição surda de prazer, minha gozada estava próxima. Ela percebeu isso.
- Isso Jean! Goze nos meus seios! – disse empinando os seios ainda mais em
direção a meu pau que ela punhetava sem parar. – Goze gostoso neles Jean! Quero
sentir o prazer de ter meus seios lambuzados por tua porra quente! – eu estava
quase e ela não parava de punhetar e acariciar as bolas – Vem Jean, me dê tua
porra, dê um banho gostoso de porra nos meus seios! – suplicou Regina, foi o
suficiente.
Desta vez ejaculei de forma muito mais abundante, o sêmen quente jorrando sem
parar do meu pau sobre os seios volumosos, intumescidos que Regina empinava mais
e mais no paroxismo de seu orgasmo para receber o líquido de meu prazer. Ela
continuou punhetando até o fim, depois engoliu meu pau para chupá-lo e beber as
últimas gotas de porra que ainda brotavam na cabeça dele.
- Hum... que delícia Jean! – disse por fim enquanto uma enorme gota de meu sêmen
escorria ainda do canto de sua boca até seu queixo.
Fechei os olhos e respirei fundo. Quando abri novamente os olhos a vi brincando
com minha porra, esparramando-a sobre seus mamilos rijos de excitação e prazer
- Vagabunda. – disse-lhe instintivamente.
- Tua vagabunda Jean! – respondeu Regina sorrindo-me lascivamente com os lábios
agora brancos cobertos por meu sêmen. – Tua vagabunda! – repetiu-me.
Continua no próximo episódio:
AS GAROTAS DA REPÚBLICA